Sejam bem-vindos!
Este site traz temas ligados ao comportamento humano, afetividade, relações interpessoais, busca do autoconhecimento, dentre outros. Por isso, é destinado ao público em geral, além de profissionais e estudantes da área Psi.
Com a apresentação de assuntos ligados à Psicologia, e áreas afins, publicação de artigos e discussões, objetiva-se a construção de um espaço de conhecimento sobre as questões inerentes à saúde psíquica.
2ª MOSTRA NACIONAL DE PRÁTICAS EM PSICOLOGIA
De 20 a 22 de setembro de 2012 - São Paulo - Inscrições gratuitas.
Clique no link e acesse o site: mostra.cfp.org.br/
Associação Brasileira do Trauma
“Somatic Experiencing® - SE (Experiência Somática) é uma abordagem naturalista para a resolução e cura do trauma, desenvolvida pelo Dr. Peter Levine. É baseada na observação de que os animais selvagens, embora rotineiramente ameaçados, raramente são traumatizados. Os animais na selva utilizam mecanismos inatos para regular e neutralizar os altos níveis de ativação associados aos comportamentos defensivos de sobrevivência. Estes mecanismos proporcionam uma auto-imunidade ao trauma, possibilitando que retornem à vida normal após experiências avassaladoras de ameaça à vida".
Fonte: www.traumatemcura.com.br
Ação Comunitária - esquema de atuação
AÇÃO COMUNITÁRIA 2.pdf (23,5 kB)
Para Pensar...
A contribuição da Psicologia para diferentes áreas e o “papel” do psicólogo são temas discutidos frequentemente. A tentativa de se construir uma identidade Psi está presente tanto no ambiente acadêmico quanto no dia a dia da prática psicológica.
No entanto, a Psicologia, como área de conhecimento, engloba diversas abordagens teóricas, cada qual com suas especificidades técnicas de intervenção psicoterapêutica. Assim, a tarefa de delimitar o real papel do psicólogo ou a contribuição dessa disciplina parece difícil.
Porém, percebe-se que, independentemente do ambiente no qual o psicólogo desenvolva sua prática, seu olhar está no material latente, no não dito, no comportamento não verbal, naquilo que escapa aos olhos do observador ingênuo.
Nesse sentido, pode-se pensar que a grande contribuição da Psicologia estaria em seu próprio profissional. A comunhão de uma boa preparação acadêmica, o estudo frequente, a experiência adquirida ao longo do tempo e o trabalho de suas próprias questões no setting terapêutico oferecem uma base sólida para que seu olhar o diferencie dos outros profissionais, dando-lhe subsídios para uma intervenção. Esse é seu verdadeiro "papel"!
Informações - Dicas - Ideias
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ESTÁGIO DE PSICOLOGIA NO TJRJ - O aluno deve se cadastrar no CIEE - Centro de Integração Empresa Escola e estar cursando Psicolgia a partir do 2º período. O Estágio é remunerado.
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Em nosso dia a dia profissional, lidamos com o sofrimento, angústias, medos, paralizações...não só dos pacientes, mas, muitas vezes, de nós mesmos. A manutenção do equilíbrio emocional é um exercício diário, que inclui o nosso próprio tratamento. Muitas vezes, buscamos outros recursos para darmos significado ao nosso mundo psíquico. Nesse sentido, a Arte é uma forma de expressão que oferece, não somente momentos de relaxamento, mas, a possibilidade de canalizar e ressignificar nossos sentimentos. A criação do espaço PSICÓLOGOS QUE FAZEM ARTE vai além de uma mera divulgação. Trata-se de um movimento de incentivo aos colegas de profissão para que possam encontrar novos caminhos em direção à sensibilidade, tão necessária ao nosso ofício. Encaminhem suas produções para o e-mail de contato!
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Participem do Fórum de Discussão com o tema proposto e/ou encaminhando novas idéias!
Interface
RESSIGNIFICANDO CONTEÚDOS DO PENSAMENTO
por Berenice Rocha Azamôr - Psicóloga Clínica/Hipnoterapeuta (Terapia com Hipnose)
Ao longo de nossas vidas o cérebro vai memorizando os fatos mais importantes que vivenciamos, quer sejam bons ou ruins. Essas lembranças são armazenadas junto com alguma emoção (alegria, raiva, medo, tristeza, etc.) que, em determinadas situações, podem impedir o bem estar, o equilíbrio, as relações. Não necessariamente precisa ser um trauma, mas, alguma palavra negativa ou depreciativa dita por alguém próximo, num determinado momento, que poderá ser reforçada, em outro, por outra pessoa. Ou mesmo, situações não satisfatórias vividas por nós, em nosso dia a dia.
O nosso inconsciente é uma central receptora que aceita cada palavra, cada idéia, cada pensamento e, com sua energia, as transforma em realidade. Seu inconsciente acatará como "uma ordem" o seu pensamento e "pensamentos são substâncias vivas que querem se realizar, se materializar". Portanto, o pensamento leva à ação e, se os nossos pensamentos sobre nós mesmos não forem saudáveis, estaremos repetindo e condicionando, cada vez mais, situações inadequadas ao nosso bem estar, à nossa saúde, às nossas relações.
O ser humano dispõe de meios que o auxiliam a mudar estes estereótipos negativos por outros que o ajudarão a formar um novo conhecimento, um novo sentimento sobre si mesmo. Cada um é responsável por suas escolhas, mas, para podermos escolher mais livremente, temos que "limpar os obstáculos" que bloqueiam nosso cérebro e que impedem de sermos nós mesmos. Assim, estaremos ampliando as forças do nosso inconsciente e promovendo uma mudança positiva em nossas vidas.
O SERVIÇO SOCIAL NO PODER JUDICIÁRIO
por Rita Rodriguez - Assistente Social do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
No Tribunal de Justiça o Serviço Social atua junto à Autoridade Judiciária, assessorando, com subsídios técnicos, a decisão judicial.
Assim, mediante o estudo social, elaborado com o levantamento de dados do contexto dos jurisdicionados, o assistente social intervém na relação entre a população usuária e o acesso aos seus direitos, emitindo parecer conclusivo referente à situação trazida nos autos.
Para tanto, é assegurado ao assistente social do Judiciário “a livre manifestação do ponto de vista técnico”, conforme determina o artigo 151 do estatuto da Criança e do Adolescente, conferindo-lhe a liberdade na utilização do instrumento teórico-técnico e dos meios necessários para proceder ao estudo da situação e ao estabelecimento do parecer social.
O papel prioritário do assistente social neste espaço sócio‑profissional não é, portanto, de natureza executiva, uma vez que, na esfera do Poder Judiciário, este profissional não atua como “executor terminal” das Políticas Sociais, como nos termos de Netto (1994).
Sua intervenção não se situa no âmbito da prestação de serviços sociais previstos pelas políticas sociais, não cabendo a ele efetuar o atendimento propriamente dito, mas sim, sugerir medidas que poderão se converter em encaminhamentos para a execução do mesmo.